Comemorando com a Whirlpool!!

Em nome da equipe da Oficina Brasileira de Clipping agradeço a simpática carta recebida do Diretor de Suprimentos da Whirlpool Latin América, que nos faz sentir parte imprescindível do processo de obtenção dos prêmios conquistados pela empresa, reconhecendo a importância do trabalho de seus parceiros. Muito obrigada!! Estamos comemorando com vocês! Iniciativas como esta só nos estimulam!!

Leiam a íntegra da carta:

“Gostaria de comemorar com você, parceiro e fornecedor da Whirlpool Latin America, duas grandes conquistas que tivemos esta semana: o primeiro lugar no Guia Você S/A Exame “As Melhores Empresas para Você Trabalhar”, e o título de “Empresa Mais Inovadora do Brasil – 2010”, no ranking da revista Época Negócios.

Estamos muito orgulhosos e sentimos que você e sua empresa são parte desse reconhecimento. Costumamos dizer na Whirlpool que “não existe a maneira certa de fazer a coisa errada”, e tenho certeza de que este reconhecimento foi concedido a nós, pela maneira como conduzimos nossos negócios, seja no campo de gestão de pessoas, da sustentabilidade, da responsabilidade social, da solidez financeira ou da qualidade de produtos e serviços.

Por isso, estendo essa comemoração a você que está, no dia a dia, sempre ao nosso lado, buscando continuamente a melhoria de nossos produtos, processos e resultados comerciais.
Um abraço,

Paulo Miri - Diretor de Suprimentos”

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Parabéns aos clientes que ganharam o "Top of Mind 2009"

Hoje é dia de muita comemoração! Alguns de nossos principais clientes figuram no “Top of Mind 2009"!! Parabéns a todos da Unilever, da Philips, da Whirlpool, das Casas Bahia, da Dako, da BSH Continental, da Ricardo Eletro, da Unimed.

Queremos ainda parabenizar as equipes da McCann, da F/Nazca e da DPZ, nossos clientes “criativos” também responsáveis por tantas conquistas.

Vale ainda dizer que nesta edição do “Top of Mind 2009”, os comentários dos professores da Fundação Dom Cabral foram muito valiosos.

Estamos vibrando por todos vocês. Tenham certeza que continuaremos de olhos bem atentos no monitoramento destas marcas tão queridas.

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E o Kindle?

A chegada do Kindle ao Brasil está chamando a atenção da mídia. Não era para menos! A Veja e a Época destacaram as vantagens do leitor eletrônico da Amazon e o lançamento global do produto está sendo considerado como “o maior salto do livro digital”.  No campo do jornalismo, antevendo oportunidades neste mercado, o primeiro a disponibilizar conteúdo na América do Sul foi o jornal O Globo. Estamos curiosos para saber o efeito desta mudança de hábito que, certamente, já está revolucionando o mercado editorial.

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Pensamentos sobre o Diploma de Jornalismo...

Pois é, o diploma de Jornalismo não é mais obrigatório!

Os profissionais ficaram indignados. O mercado, porém, está se abrindo com tamanha reviravolta. Sei não no que vai dar tudo isso. Recentemente recebi de um amigo que cursou a faculdade de Jornalismo comigo, João Cleber Jurity Teixeira, um e-mail onde ele dizia: “É preciso muita calma nessa hora. Não vamos trocar a reflexão pela paixão. Nem deixar o saudosismo dominar a discussão. Acabou-se a obrigatoriedade do diploma, mas não acabaram com o jornalismo”.

Neste mesmo e-mail ele envia a opinião de Luis Nassif, diplomado e considerado um dos cinco mais respeitados jornalistas do país.

Quero compartilhar com vocês o pensamento do Nassif a respeito do assunto:

 

“Já fui mais cético em relação ao papel das faculdades de jornalismo. Sempre considerei o jornalismo um curso técnico.

Em seis meses de redação, aprendia-se o ofício com muito mais profundidade do que em quatro anos de faculdade.Além disso, as faculdades de jornalismo padeciam de um mal crônico: a grade curricular. Quando o curso surgiu, em fins dos anos 60, as Humanas tomaram conta, buscando marcar seu território na nova frente que se abria. Criaram excrescências como Sociologia da Comunicação, Filosofia da Comunicação, História da Comunicação. Excrescências porque essas matérias deveriam ser uma extensão das respectivas cadeiras. Ou seja, o aluno teria que fazer um curso de história, primeiro, para depois aprender uma especialização da história - a tal História da Comunicação.Em vez disso, no prazo de um ano o professor precisava passar noções de história, sociologia e antropologia e, de quebra, a especialidade estudada.No plano técnico-operacional, aprendia-se muito pouco. Um dos argumentos dos defensores da faculdade era a questão dos princípios éticos que ela incutiria nos alunos. Mas o que havia era uma profunda politização, de considerar o jornalismo uma arma de luta. Além disso, as distorções no jornalismo profissional ainda não eram tão acentuadas. O que ocorre hoje em dia é outro bicho. No plano técnico, os jornais se defasaram, não dominam a imensa riqueza que se abriu com a Internet. Portanto, é um campo a ser preenchido pelas faculdades. Mas, com exceção da Cásper Líbero, não me parece que as demais tenham acordado para essa nova realidade.No plano do jornalismo, os jornais desaprenderam completamente a técnica jornalística. Cartelização, arrogância, o uso reiterado da manipulação entortaram a boca. Os jornais desaprenderam princípios básicos de bom jornalismo, abrindo, agora, um campo para as faculdades entrarem.Além disso, há um enorme mercado que se abre com o fim da obrigatoriedade do diploma - beneficiando especialmente os com-diploma. Daqui para frente, cada vez mais as empresas e associações serão produtoras de informação, acabando com essa intermediação espúria da mídia. Hoje em dia há assessorias com mais jornalistas que as redações. Preparam releases, enviam para o jornal, o editor passa para um repórter dar uma guaribada e publicar como se fosse matéria própria. Esse jogo vai acabar. Cada vez mais empresas e associações precisarão de jornalistas profissionais para produzirem notícias que serão veiculadas sem intermediação na Internet.

Veja bem, no modelo convencional as redações prescindem de jornalistas formados. Elas têm seu próprio método de trabalho, no qual os jornalistas acabam se enquadrando. No novo modelo, as empresas necessitarão de jornalistas com formação - ou quem tenha passado por redações ou quem tenha se formado em faculdades que ensinem efetivamente o novo, como estruturar as informações das empresas, como identificar aquelas de interesse do público, como utilizar as novas mídias, etc.”.

 

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A crise é dos jornais...

Quero fazer uma observação especial sobre matéria que os profissionais de Comunicação não podem deixar de ler, intitulada “A crise é dos jornais – e não do jornalismo”, divulgada pela Veja em 17/06/2009. Concordo com a colocação e recomendo a leitura. O jornalista e escritor Gay Talese, 77 anos, continua sendo referência e nos faz pensar sobre a essência do jornalismo, dando-nos outra ótima contribuição!

http://veja.abril.com.br/170609/p_086.shtml

 
   

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Americanos consomem mídia tradicional

Uma nota interessante sobre jornais, em matéria veiculada pela Folha de S.Paulo - 27/03/2008, que guardo até hoje: “De acordo com o último relatório The State of the News Media 2008, lançado pelo Projeto para a Excelência em Jornalismo, que surgiu na Universidade Columbia e hoje é vinculado ao instituto Pew, apesar das novas fontes para acesso à informação que surgiram com a internet, hoje os americanos consomem mais o que é produzido pelas redações da mídia tradicional, ‘particularmente de imprensa’, do que antes”.

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Livro de Cathie Black, Presidente do Hearst Magazines

Interessante nota sobre revistas, em livro de Cathie Black, Presidente do Hearst Magazines, que administra algumas das revistas mais conhecidas do mercado, incluindo a Cosmopolitan, Esquire, Good Housekeeping, Harper’s Bazaar e O, the Ophah Magazine:“As revistas são a fonte de informação portátil mais bem desenvolvida que jamais foram inventadas. São fáceis de carregar, fáceis de ler, não precisam de baterias e não deixam manchas de tinta nos dedos. Na verdade, se alguém quiser inventar uma nova mídia perfeita para a simples transmissão de informação, acabará inventando uma revista. Então, por que permitir que nos chamem de “mídia antiga”?

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Conteúdo editorial na internet

“Sobre a audiência online, o último relatório The State of the News Media 2008 indica que o número de americanos que se informam online está crescendo, e muitos deles estão indo para marcas estabelecidas confiáveis". No ranking dos dez sites de notícias de maior audiência nos EUA, que o relatório reproduz do instituto Nielsen, a liderança é do Yahoo News, que tem parceria com mais de 400 jornais diários.E o maior crescimento no ano foi do Google News, agora em oitavo na lista e que fechou parceira com cerca de 600 jornais diários.As marcas tradicionais na relação são CNN, NBC, ABC e CBS, originárias da televisão, e "The New York Times", "USA Today" e a rede Gannett, originárias da imprensa.

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Sobre Blogs

“Apesar da proliferação dos blogs, dados sugerem que a maioria dos americanos ainda não os aceitam como fontes significativas de informação". O o último relatório The State of the News Media 2008 reproduz pesquisa do instituto Zogby, em 2007, em que os blogs apareceram no final da lista de fontes "importantes" para notícias, com 30%, "muito atrás de sites (81%), televisão (78%), rádio (73%), jornais (69%) e revistas (38%)".

Fonte: Folha de S.Paulo - 27/03/2008

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